segunda-feira, 17 de agosto de 2015

DÚVIDAS? ESPAÇO RESPONDE!!!!





     Se você tem alguma dúvida e quer saber sobre o universo infantil, dificuldades escolares, educação infanto-juvenil, orientação escolar e orientação familiar, mande sua pergunta para o Espaço!      
       
Todas os dias, de segunda-feira a sexta-feira de 19:00 até 20:30hs os profissionais estarão dispostos a tirar suas dúvidas. Participe!!!
       Você também pode enviar suas perguntas para o email: espacopsico33@outlook.com


PSICOPEDAGOGIA PARA TODOS!!

      


      Que a Psicopedagogia Clínica é uma área que se preocupa com os processos da aprendizagem, interessada em descobrir como o sujeito aprende, isso todo mundo sabe! Mas o que escapa à compreensão é que a psicopedagogia não se resume apenas em atendimentos clínicos com crianças e adolescentes!                       


            A psicopedagogia também traz bastante benefícios para o adulto e também para o idoso. Em que sentido? Ora promovendo a aprendizagem através da estimulação e/ou re-estimulação das funções importantes para a execução das atividades diárias como: atenção, concentração, estratégias, organização, planejamento, percepção, memória e linguagem! 
                      
             A ação psicopedagógica na idade adulta e na velhice é importante porque a aprendizagem é um processo constante na vida do sujeito. Desde o nascimento até a morte o individuo passa por inúmeras mudanças, sejam elas biológicas, sociais, psicológicas, cognitivas, etc, e em cada etapa esse mesmo sujeito deve aprender a significar e ressignificar para garantir o seu-estar no mundo. Essas recorrentes e intermináveis "reciclagens cognitivas" exigem o desenvolvimento de  novos comportamentos e novos ajustamentos para melhor adaptação e melhor qualidade de vida.

                                  
                           O psicopedagogo é visto como o profissional que lida com os processos de aprendizagem, conhecedor dos padrões normais e patológicos e mediador entre a família, escola e o aprendente. Se ela se preocupa com a aprendizagem humana, então não poderia deixar de lado o adulto e o idoso! Por isso o Espaço de Apoio promove em seu espaço o atendimento ao Idoso, como citado abaixo:

1) Público Alvo: pessoas a partir de 20 anos de idade.

2) Motivação: Percepção de que as pessoa têm a necessidade de retomar processos cognitivos e psicomotores a partir de intervenções Psicopedagógicas.

3) Objetivos : (Re) Estimular o cérebro por meio de desafios diversificados (jogos, leituras, palestras, etc) objetivando uma melhor atenção, concentração, raciocínio, memória, criatividade e autoestima  
                     
4) Organização: atendimentos individuais e coletivos, com grupos de até 04 pessoas, com periodicidade semanal com atividades diversificadas.

Agende um horário gratuito para conhecer nosso Espaço e receber maiores informações.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

CLÍNICA SOCIAL DO ESPAÇO DE APOIO

      

O Espaço de Apoio Psicopedagógico e Reforço Escolar, situado em Jardim da Penha/Vitória, promove em seu espaço o atendimento social psicopedagógico e reforço escolar.

              Ao considerar que as dificuldades de aprendizagem e/ou comportamentais nas séries iniciais comprometem o desenvolvimento cognitivo, afetivo e social, objetivamos o acolhimento de crianças de 06 à 12 anos, da Rede Pública, incluindo-os no processo de avaliação e intervenção psicopedagógica e reforço escolar, com valores que variam conforme a possibilidade financeira da família. 

            O primeiro encontro com a família (acolhimento) tem por objetivo o conhecimento da queixa, esclarecimentos sobre como é realizado o atendimento psicopedagógico e reforço escolar, valores e agendamento de horários.

         É necessário encaminhamento da escola relatando as dificuldades escolares e/ou comportamentais da criança.

   Para maiores informações sobre os profissionais, atendimento e agendamentos ligue: (27)3042-7265  e 99953-4982 (Catarina), ou envie um e-mail para espacopsico33@outlook.com



                                                                                                                

domingo, 9 de agosto de 2015

AVALIAÇÃO PSICOPEDAGÓGICA E A POSTURA DO PSICOPEDAGOGO/A


       A avaliação psicopedagógica é um dos momentos mais importantes da prática psicopedagógica. Este processo investigativo objetiva fazer um recorte de como a criança está "funcionando" naquele momento de sua vida, seja na área cognitiva, psicomotora, sócio-afetivo e linguagem. 

A maioria das queixas escolares está focada na leitura, escrita e matemática, mas o olhar investigativo psicopedagógico deve ser o de saber o que está por trás dessas dificuldades. É absolutamente imprescindível considerar os aspectos padrões para cada idade, lembrando que o diagnóstico só é útil se for visto como algo mais que simplesmente rotular e estigmatizar. 
              
           Devem-se manter duas linhas paralelas de raciocínio clínico: uma linha diagnóstica baseada numa cuidadosa descrição evolutiva dos sintomas e dados clínicos e outra linha, etiológica, que são informações fornecidas pela família, pela escola ou por outros profissionais envolvidos. De posse dessas informações, acrescidos da observação clínica do profissional em seus encontros com o pacientes, consegue-se uma formulação hipotética dos possíveis fatores que podem estar comprometendo o desempenho da criança nas várias esferas da sua vida.

            A habilidade clínica influencia bastante no resultado de um diagnóstico psicopedagógico. O olhar e a escuta do profissional faz toda diferença. A escuta não é só ouvir a demanda, vai mais além, significa apreender e compreender os sentimentos, o sofrimento, as expectativas e principalmente o não-dito (não revelado).  A escuta possibilita dar valor e sentido à palavra, envolve reflexão e está intimamente atrelada ao olhar (olhar que acolhe!).

            O mais importante é que a escuta seja livre de juízos, pré-julgamentos ou críticas. O paciente e sua família precisam se sentir acolhidos, para que se sintam seguros e encorajados a revelar-se. O posicionamento empático por parte do profissional, não qualificando nem desqualificando o discurso alheio é primordial para a construção de um vínculo afetivo positivo. 

              O momento da avaliação é único tanto para o profissional, quanto para a família e para o próprio paciente. O tipo vínculo estabelecido com as partes vai influenciar o manejo e o resultado. Dependendo do grau de envolvimento e comprometimento, se negativo, fica praticamente impossível chegar ao seu término, sendo mais sensato se valer da ética e suspender a avaliação e ou encaminhar para outro profissional. Mantendo a avaliação o resultado não será condizente com a verdade.
            
        Cautela é palavra de ordem quanto ao desejo de ajudar. Se o objetivo  e esforços é colaborar para a saúde física, saúde psíquica e sucesso acadêmico, ou ainda, ajudar pessoas a serem "socialmente", "culturalmente e moralmente ajustadas", faz-se muito necessário se atentar para o próprio poder de manipulação e imposição dos próprios valores e verdades, cujo risco é despotencializar o paciente, culpabilizar a família e responsabilizar os conteúdos e a metodologia escolar.  

             Outro momento importante é abandonar a imagem que o faz ser imprescindível para o cliente. Não se tem todo esse poder redentor e curativo que a família, por exemplo, acha que ele tem. O profissional pode não conseguir libertar as crianças de todos os seus problemas, nem conseguir com que a família ou a escola revejam suas contribuições para os comportamentos inadequados e/ou insucessos escolares. Importante conscientizar-se de que não detém a competência absoluta e que existem outros profissionais que podem ser melhores e mais experientes. Importante saber que nunca se terá a exclusividade sobre os pacientes!  
         
           O psicopedagogo deve facilitar a aliança entre seu lado saudável e o cliente, mas para isso necessita primeiro ter conhecimento de si, discernindo o que é seu e o que é do seu paciente, sempre com o objetivo de promover o desenvolvimento e a satisfação dos interesses de quem o procura, não os seus! Jung dizia que somente o profissional apaixonado e envolvido em sua própria vida conseguira ajudar seus pacientes a encontra-se e encontrar seus caminhos. Mais ainda, que o analista só pode dar a seus pacientes aquilo que possui.

              O psicopedagogo precisa ser autêntico, reconhecer seus limites e ser sensível ao sofrimento de quem o procura. Sair da posição de onipotência e  se colocar por inteiro na relação e no processo que se instaura. Carl Rogers confirma ao dizer que o profissional além de ser autêntico precisa ser capaz de se abandonar para compreender seu cliente.  

                O fato é que não é fácil está do lado cá, ser profissional da escuta, do olhar clínico e da palavra! Não é fácil sustentar uma posição que nos coloca o tempo todo dentro dos conflitos, dentro do sofrimento, nos desejos, na angústia alheia, e nada podemos fazer senão adotar uma postura de acolhimento, acreditar em nossa competência e zelar pela própria saúde mental através de supervisão e análise. 

             Não basta um vasto conhecimento teórico se a postura adotada distanciar o profissional de seu paciente! De que adianta medir o conhecimento adquirido, colocar um número para servir de rótulo, se não se consegue inferir como ele pensa, como se movimenta na busca de suas respostas e não regozija com seus erros! Se o profissional não conseguir se aproximar afetivamente de seu paciente, nada mais pode fazer por ele. 

                 "Psicopedagogia não é para quem quer, mas para quem pode" já dizia Maria Lucia Weiss, e eu concordo! É para quem pode se doar sem se perder, é para quem acolhe sem se misturar, é para quem sabe lutar por uma causa que não é a sua, para quem se permite caminhar junto e deixar que apenas o outro receba todos louros da vitória! Ser um profissional da psicopedagogia é ser ativo, inquisidor, criativo, justo, libertador. Que não se acomoda, busca mudanças tendo como ponto de partida si mesmo, com novas técnicas, pesquisas e atendimento humanizado e personalizado. 

                 O bom psicopedagogo torna-se capaz de ser o que é na medida que se aceita como indivíduo, com habilidade de (re)fazer ou (re)significar sua história, com capacidade de sensibilizar-se com os sentimentos do outro. Desse encontro com o outro, se reconhece sabedor de suas fraquezas e limites, percebendo-se finalmente como ser humano, não como um Deus!


sábado, 8 de agosto de 2015

Nosso Espaço

Que tal conhecer o nosso Espaço de Apoio? Com estacionamento e um ambiente agradável criado exclusivamente pra receber e atender você com toda qualidade, o Espaço de Apoio está localizado no bairro Jardim da Penha, na Rua Natalina Daher Carneiro 195, venha conhecer! 
Clique nas imagens para ampliar!









sexta-feira, 7 de agosto de 2015

INFORM.AÇÃO - PALESTRAS INFORMATIVAS

Espaço de Apoio tem compromisso com a informação através do Inform.Ação, que é uma prestação de serviço à comunidade através de palestras informativas GRATUITAS, mensais, sobre a saúde e bem-estar psicossocial infanto-juvenil.
As palestras são realizadas no Espaço de Apoio e têm como objetivo a discussão e a veiculação de informações a respeito de diferentes temáticas de interesse da família, professores, cuidadores, etc, proporcionando novos conhecimentos para novas práticas de convivência familiar, escolar e social.
Abaixo algumas palestras oferecidas pelo Espaço de Apoio através do Inform.Ação. Você também pode dar sugestão de temas através do site ou por telefone.
Fique atento a agenda pelo blog! Vagas limitadas! Ligue e reserve sua vaga: 3042-7265 e 99953-4982 (Catarina)


1 - A importância do brincar para o desenvolvimento infantil
2 - Bullying
3 - A autoestima de seu filho
4 - Dificuldade escolar: seu filho tem isso?
5 - A importância da leitura e da escrita para o desenvolvimento infantil
6 - Adolescência: O que é isso?
7 - Medicalização Infantil: Necessidade ou Abuso?
8 - A importância da família para aprendizagem

ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO: BENEFÍCIOS PARA A CRIANÇA, ADOLESCENTE, ADULTO E IDOSO


1.    Intervenção nas dificuldades de aprendizagem da leitura, da escrita e matemática
2.    Melhora da memória e raciocínio lógico 
3.    Autoconhecimento e reconhecimento de si mesmo como protagonista de sua aprendizagem
4.    Melhora da autoestima e autoconfiança
5.    Autonomia
6.    Aprendizado de novas estratégias, planejamento e organização